quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Cogerh realiza reunião com o curso de Engenharia Ambiental - IFCE Quixadá

Um dos objetivos foi estreitar a relação entre o referido curso e a Cogerh.

A Cogerh, através da equipe técnica da Gerência Regional de Quixeramobim e do Gerente de Desenvolvimento Operacional, Disney Paulino, esteve em Quixadá e realizou no último dia 29 de julho, uma reunião com a equipe do curso de Engenharia Ambiental do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE-CE).

Os principais objetivos foram estreitar a relação entre o referido curso e a Cogerh e levantar eventuais projetos a serem desenvolvidos em parceria. Na oportunidade foi exposto o fato de que a Cogerh tem muito interesse que sejam elaborados trabalhos que estudem os ambientes aquáticos gerenciados. Por outro lado tem o IFCE, cujos alunos precisam elaborar publicações para a conclusão de curso.

Neste contexto pode-se criar um ciclo virtuoso em que a Companhia apoia os alunos no desenvolvimento de suas publicações e terá estudos que serão úteis no gerenciamento da qualidade da água. Desta forma serão elaboradas publicações que irão produzir conhecimentos e informações com o intuito de subsidiar a Cogerh e o Estado do Ceará, no sentido de facilitar a disponibilização de sua base de dados e na medida do possível apoiar logisticamente.

Estiveram presentes os técnicos Lauro Filho, Luís César Pimentel e Telma Oliveira Pontes, da Gerência Regional de Quixeramobim, Bacia do Banabuiú, Walt Disney Paulino da Cogerh Fortaleza e por parte do IFCE os professores, Reinaldo Fontes Cavalcante, coordenador do curso de engenharia ambiental, Irla Vanessa Andrade de Sousa Ribeiro, Mayhara Martins, Ana Carênina e a aluna Themis Alves Oliveira.

A Cogerh definiu quais são os corpos hídricos prioritários para serem estudados e ficou acordado que será preparado em conjunto um banco de projetos para serem desenvolvidos pelos alunos na elaboração de publicações.

fonte:http://portal.cogerh.com.br/noticias/cogerh-realiza-reuniao-curso-engenharia-ambiental

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O trabalho para construção da dignidade humana.

Um modo de produção diz muito sobre os aspectos da infraestrutura de uma sociedade, parafraseando Karl Marx. Pois, o relacionamento entre o proprietário e o trabalhador é determinado de acordo com as questões políticas e econômicas vigentes. Dessa forma, na Era Ágrafa, por exemplo, o coletivismo foi construído em consonância aos anseios de toda população e, por extensão, representou as características sociais daquela época.


Com o advento da globalização e o surgimento de novas tecnologias, as maneira de trabalhar foram sendo diversificadas. E, nos dias de hoje, existem inúmeras formas de interação, entre os seres humanos, para o cumprimento de uma determinada atividade profissional. Os serviços prestados tanto pelo setor primário, quanto pelo secundário e terciário formam uma intricada teia de relações, a qual constitui o atual modelo de produção predominante: o capitalismo.


O valor do exercício de um trabalho representa uma conquista não só pessoal, mas também social. Tendo em vista que, o labor diário foi um direito alcançado através de muitas ideologias e revoluções, tais como: o Cartismo, na Inglaterra e o movimento sindical em busca de melhorias trabalhistas. Contudo, ainda persiste, no mundo atual, a exploração dos contratados por meio da privação da liberdade, um direito dito como inalienável. Os patrões por meio de pressão psicológica e de ameaças físicas tornam o trabalho num motivo de degradação moral.


Entretanto, casos como estes não podem continuar a acontecer. Para tanto, o Governo Federal com o auxilio do Poder Executivo deve punir tais proprietários e promover a criação de campanhas de ação social, respeitando sempre os direitos humanos. Para que, somente desta maneira, o trabalho torne-se um símbolo de liberdade de expressão e um motivo de dignificação para todos os homens, ajudando não só na ascensão profissional, mas principalmente na construção moral dos seres humanos.


OBS.: Texto original do Enem.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

DEUS cuida de nós

O Senhor às vezes permite que uma adversidade nos atinja para que saíamos mais fortalecidos e para que reconheçamos a potente mão de Deus sobre a nossa vida!!! . Porém, Deus não permite que pereçamos frente às dificuldades e às impossibilidades (Jesus no barco), porque com Jesus no nosso barco não importa o tamanho das ondas e a revolta do mar, pois ele nos livra de todo mal e faz com que aquela maldição seja tornada em benção (Ne 13:1-2).

O povo de Israel, por exemplo, teve que passar por situações difíceis para reconhecer que só Senhor é o único digno de honra, glória e louvor. No período dos Juízes, os israelitas, mesmo com as várias bênçãos dadas às seus pais como:

**A divisão do mar Vermelho e retorno do leito normal
**A queda dos muros de Jericó
**A jumenta de Balaão que falou
**O sol e a lua parados para aumentar os dias e ajudar os israelitas
**A água brotada de uma rocha
**As águas que tornaram-se doces
**Uma coluna de nuvem para proteger do sol do deserto durante o dia e uma coluna de fogo para aquecê-los no frio do deserto durante a noite.

tiveram várias “recaídas adorando Baal, Astarote e os deuses dos outros povos, porém os líderes destes falsos deuses sempre oprimiam e humilhavam o povo de Israel, mas Deus nunca deixou o barco naufragar, Ele sempre deu outras oportunidades para os israelitas, mesmo que estes viessem a errar de novo e de novo.


O mesmo acontece nos dias de hoje, mesmo com inúmeras bênçãos, vários cristão inclinam-se para as tentações do mundo, para a vontade do deus deste mundo (Satanás). DEUS CUIDA DE NÓS até mesmo quando estamos tentado fugir dEle. Jonas teve que ficar no ventre de uma baleia para entender o que Deus realmente queria para ele, somente por Amor.


O Senhor não quer que vivamos por aí, jogados no mundo, sendo levados pelo vento como uma folha seca (Salmos 1). Deus nos chama todos os dias e Ele está na porta batendo no nosso coração pedindo para entrar.Caso você não tenha, ainda, deixado que Deus entre no seu coração,ouça de Jesus o seu chamar. Ele está de braços estendidos esperando por você.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Quixeramobim VERDE

O cuidado com o meio ambiente tem se tornado um ato cada vez mais constante na vida de todos. Pois, as nefastas mudanças climáticas alertaram a população acerca da sobrecarga de poluições, devastações e descasos para com a Natureza. E, por isso, a nossa cidade, Quixeramobim será pioneira num novo experimento ecológico, pois não existe, em nenhum outro lugar do mundo, uma praça auto-sustentável.

O projeto visa a construção de 30 postes, os quais irão iluminar com lâmpadas LED, que são oito vezes mais potentes que um poste convencional, com durabilidade 15 vezes maior que uma lâmpada comum e bateria com autonomia de 70 horas. Além disso, tal sistema alimentará uma rede de internet wireless, que será gratuito para a população.


O contrato foi firmado esta semana entre a prefeitura de Quixeramobim e a Gram-Eollic, empresa responsável pela instalação da tecnologia. A reforma será na Praça Dias Ferreira, onde fica o marco central do Estado. Administrada pelo cientista cearense Fernando Alves Ximenes, a Gram-Eollic instalou um equipamento para estudar as condições climáticas do local em janeiro deste ano e confirmou que a área tem condições de receber o poste híbrido com o avião inteligente (produtor independente de energia), que transforma os ventos e raios solares em 12 kw/ hora de energia limpa. "Vamos provar que no centro geodésico do Ceará há geração de energia renovável", completa Fernando, ressaltando que a obra deverá ter início em fevereiro para ser entregue no dia 13 de junho, data do padroeiro de Quixeramobim, Santo Antônio.


A reportagem procurou o prefeito Edmilson Júnior para confirmar o investimento, mas ele não pode ser encontrado. Porém, o deputado estadual Cirilo Pimenta (PSDB), que também está envolvido com o projeto, garantiu que as verbas virão do governo federal, com contrapartidas do Estado e do Município. "É uma revolução para a cidade. Vamos diminuir o custo com a manutenção em mais de 50%, além da contribuir para a preservação da natureza", confirma o deputado.



Este artigo foi produzido consoante a notícia vinculada no Jornal Diário do Nordeste no dia 29.12.2010, feita pelo repórter ILO SANTIAGO JR.


domingo, 28 de novembro de 2010

Como garantir a biodiversidade para o futuro?

O artigo 225, da Constituição da República Federativa do Brasil, assegura que todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Algo que só é atingido por meio de uma interação positiva e harmoniosa entre o homem e a natureza. De tal forma que nenhuma espécie prejudique a existência do habitat natural e de outros.


A sustentabilidade dos fatores ambientais: ar, água, solo e das diversas classes de seres vivos é uma questão vital para a perpetuação de todos. Tendo em vista que o homem, por exemplo, sendo o mais evoluído biologicamente, ainda precisa participar das teias de relações ecológicas, que envolvem desde bactérias e fungos até plantas e a própria natureza. Pois, caso contrário, ele definhará e com isso poderá levar a extinção de outras espécies, as quais dependiam dele de forma direta ou indireta.


Logo, para preservar a biodiversidade se faz necessário um cuidadoso manejo não só dos animais, mas também de todos os recursos naturais e de todos os biomas geográficos. A fauna e a flora formar um único sistema vivo e dependem de si de forma mutualística. A mata Atlântica, por exemplo, só possui 7% da cobertura original e as espécies que lá existiram foram exterminadas com a nefasta devastação.


Enfim, para garantir um futuro equilibrado é preciso antes de um presente sustentável, que seja pautado sobre a ética ecológica. O governo federal deve punir os crimes ambientais, considerando que os ataques ao meio causam, em última análise, a morte de seres vivos. E, além disso, deve-se promover campanhas que visem a conscientização da população acerca da importância da biodiversidade

O poder do voto: uma questão de CIDADANIA

Um cidadão é um membro de um Estado que exerce a função de votar e agir perante as decisões políticas de um país. Portanto, a cidadania é o exercício pleno de ser um cidadão dotado de direitos e consciência. Logo, o voto é uma maneira de reivindicar e explicitar os anseios e a postura política de uma pessoa.

No Brasil é garantido à população, por meio da Constituição Federal, o direito da participação no processo eleitoral. Tendo em vista que, a Democracia brasileira é representativa, exigindo, desta maneira, a escolha de representantes para os cargos de senador, deputado federal e estadual, prefeito e presidente da republica.

Contudo, muitas pessoas desprezam a cidadania ao trocarem o voto por meros bens matérias ou até mesmo pela prestação de certos favores. Dessa forma, os verdadeiros eleitores, àqueles que foram capazes de analisar as campanhas divulgadas e, além disso, pesquisaram os planos de cada candidato, são escassos frente à corrupção e ao desinteresse do eleitorado.

Enfim, o olhar Policarpo Quaresma, que vê a pureza dos dirigentes do Brasil não pode terminar em frustração por causa das falcatruas. É necessária a união de todos os cidadãos para que haja em efetivo exercício da cidadania, através do voto. E, além disto, é preciso desta mesma união para reivindicar pelo cumprimento das propostas de ação social, após as eleições.

Cotas na universidade.

A desigualdade de raça foi cultivada, ao longo dos anos por ideais preconceituosos, que afirmavam a superioridade de determinadas tonalidades de pele. A teoria de Darwin, por exemplo, foi usada como um pretexto para justificar a exploração de negros e índios, os quais eram considerados fracos e inferiores, apenas por serem diferentes dos ditos fortes, europeus.


A discriminação de cor, infelizmente, é uma realidade presente no cotidiano do Brasil. E, é fato que o racismo ainda persiste entranhado na mente de muitas pessoas, as quais taxam os mulatos de incapazes. Por tudo isso, o sistema de cotas racial é tão defendido por algumas camadas populacionais. Entretanto, a necessidade de reservar vagas, para determinadas pessoas, advém da péssima qualidade de ensino do sistema público brasileiro.


Portanto, o sistema de cotas é uma solução passageira, encontrada pelo governo federal, para resolver uma das conseqüências produzidas pelo descaso para com as escolas publicas. Dessa forma, o alvo das discussões da população não deve estar voltado apenas para a implementação de tal medida. Mas, antes de tudo, as pessoas devem reclamar por melhorias na qualidade de ensino, o qual é a base dos problemas. Para que desta maneira, a competição de ricos, pobres, negros e brancos seja uma disputa de igual para igual.


Enfim, o povo brasileiro é um produto da intensa miscigenação das mais variadas cores. No Brasil não existe raça, mas pigmentações diferentes. Logo, não há motivo para o racismo. Mas, pelo contrário, há razões para a união em busca da igualdade social, educacional e racial.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?

Há várias décadas, muitas cientistas alertaram sobre o grande perigo, que as intervenções humanas, no meio ambiente poderiam ocasionar. Entre os inúmeros desastres pronunciados, estavam as enchentes, as ondas de calor inéditas e as secas prolongadas. Entretanto, no início deste milênio, as previsões não eram mais necessárias, pois infelizmente, tornaram-se realidade.


A busca por soluções para o aquecimento global, nos dias de hoje, não pode ser mais adiada. A questão da SUSTENTABILIDADE, no mundo atual, é um cânone vital para a sobrevivência da espécie humana. É factível que o Brasil, já chegou a um estado supersaturado de devastação. A Mata Atlântica, por exemplo, só possui 7% da cobertura original. Porém o maior desafio das décadas vindouras, não será somente fazer a revitalização de florestas. Mas será, antes de tudo, fazer uma conciliação entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico.


O foco das ações ecológicas deve estar voltado para a conscientização dos donos de capital. Posto que, os burgueses são os maiores responsáveis pela massificação das indústrias e, conseqüentemente pela maior parte da poluição ambiental. O capitalismo selvagem precisa ter segurança, sobre as fontes de energia renovável, para que desta maneira firmem as suas bases. E para isto, Será necessário que o saber ecológico desenvolva, ainda mais, o potencial de energias limpas, como o sol e o vento.


O meio ambiente detém características consoantes às ações praticadas pela comunidade de espécies pertencente a ele. A biosfera de Gaia é um grande organismo vivo e o Homo sapiens faz parte deste conjunto em constante mutação. Contudo, esta interação traz nefastas conseqüências aos homens, quando uma ação destrutiva é deferida à natureza. Uma vez que, o Planeta terra é uma rede de intricadas conexões.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Pensamentos !!!

A água é a origem de todas as coisas. (Tales de Mileto, 600 a.C.)


domingo, 19 de setembro de 2010

A busca da perfeição

A busca pelo belo sempre foi uma constante presente nas artes e na literatura. Até mesmo na pré-história existiram arquétipos de beleza. Naquela época, por exemplo, a mulher ideal tinha que ter o ventre e os seus volumosos, para desta maneira demonstrar a fertilidade da casa e da terra. Nota-se que o conceito de beleza muda de acordo com as exigências do meio, de período em período.


A globalização possibilitou uma maior intercomunicação entre as mais variadas culturas. Graças a ela, os muros imaginários das fronteiras foram derrubados, misturando assim: gestos, sons e estereótipos. Porém, essa mescla de costumes, não se deu de maneira uniforme, posto que os países mais influentes, como os europeus e os norte-americanos, sobrepujaram-se aos demais, contribuindo para tal divergência.


Os Estados Unidos, por exemplo, no século XIX, ditaram para o mundo um modo de vida baseado na beleza, na luxúria e no luxo, com a compra de carros, casas e a ida constante às festas, os americanos criaram o “American way of life”. Os cinemas e as novelas da época assimilaram e passaram a reproduzir esta maneira ilusória de viver. Entretanto, muitas pessoas começaram a se comportar e a se vestir, conforme os filmes, buscando desta forma uma perfeição divina, inexistente no planeta Terra.


A televisão e a internet, de tempos em tempos, criam e levantam para si deuses humanos, para serem copiados e adorados. A “geração diva” precisa perceber que os cantores, artistas e socialites são apenas seres humanos encapuzados com máscaras platônicas, editadas em programas de computador, como o Photoshop. Não há um modelo perfeito de pessoa e nenhuma intervenção cirúrgica, jejum ou automutilação trará tal perfeição.

domingo, 5 de setembro de 2010

Eleição com voto facultativo ou obrigatório?

A democracia moderna caracteriza-se, essencialmente, pelo direito universal à participação política. Porém, a Constituição Brasileira obriga a participação da sociedade no processo eleitoral, logo tais direitos e deveres presentes no mesmo arcabouço legal, se excluem mutuamente, por serem antagônicos. Devido a esta falha, alguns especialistas defendem o voto facultativo. Mas será que o verdadeiro caminho para uma eleição justa, realmente, é o voto não obrigatório?


As democracias de todo o mundo, na sua maioria, adotam o voto facultativo. No entanto, estas nações são bastante desenvolvidas nos campos da saúde, da segurança pública e da educação. O Brasil, apesar de ser um gigante no cenário sócio-político mundial, é um país desestruturado, com uma péssima infra-estrutura, no que se refere aos hospitais, à segurança e, principalmente, ao sistema de ensino. O votar por opção é um meio mais consciente e justo de eleição. Contudo, antes de uma reforma eleitoral, é necessária uma reforma educacional.


De cada cinco eleitores brasileiros, um nunca foi à escola ou é analfabeto. Infere-se que o nosso eleitorado é muito mal capacitado, logo o resultado de tais eleições é um produto da má formação da população. O voto precisa ser tido, não como uma obrigação, mas antes, como um direito, conquistado após muitas revoltas e mortes.


Contudo, a responsabilidade de cada eleitor não se resume ao voto. A cidadania precisa ser exercida de maneira diária, através da criação de projetos, da participação em câmaras e da reivindicação pelo cumprimento de todas as propostas de ação social. Ademais, o governo federal deve investir maçiçamente, na capacitação do eleitor, para que desta maneira haja um voto mais consciente e, conseqüentemente, uma eleição mais justa.

A violência no Brasil.

A revolução industrial ocorrida no século XVIII foi responsável pela criação de um novo modo de produção e organização. Os atuais grandes centros urbanos são um produto do intenso processo de urbanização, o qual trouxe consigo muitas indústrias, casas, trabalhadores e, também, problemas sócias, que maltratam e matam, diariamente, centenas de pessoas.

A questão da segurança pública é um assunto que se relaciona com o maior bem do ser humano, a vida. De acordo com dados do Ministério da Justiça, em 2007, foram registrados 41.547 homicídios dolosos. Esses números, tristemente, representam vidas que se transformaram em estatísticas de mortes. Por tudo isso, a violência precisa sim, ser coagida de forma ostensiva e cotidiana, caso contrário, ele vitimara mais e mais pessoas.


Entretanto, a violência é apenas um reflexo do descuido, por parte do Governo Federal, em investimento na área da educação e projetos de conscientização através do esporte e da música, por exemplo. A procrastinação dos problemas que perturbam a ordem social é um mal, que necessita ser cortado pela raiz, para que seja, de fato, solucionado.


A diminuição da violência não acontecerá de forma rápida, mas à longo prazo, por se tratar de uma questão cultural. A raiz de todos os males é a má direção do dinheiro público, o qual é aplicado, em grande parte, no combate, frente a frente, do problema. Porém é evidente que além da repreensão imediata, os governos devem objetivar as crianças, que são os futuros cidadão de toda e qualquer nação.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Como garantir a liberdade de informação e evitar os abusos nos meios de comunicação?

Desde o fim da Idade Média, a informação vem se disseminando, a cada dia, mais rápido. A imprensa de Gutenberg propiciou uma maior democratização do conhecimento, revolucionando a historiografia e influenciando o modo de pensar. Do folhetim aos dias de hoje, os meios de comunicação se destacaram pela agilidade no repassar de fatos. Porém, a mídia, às vezes, abusa do direito à livre expressão e foge do dever para com a verdade.


Os sites, os jornais e a televisão são propriedades privadas num mundo quase que totalmente capitalista, por isso o maior objetivo dos empresários, instintivamente, é o lucro imediato. No caso dos meios de comunicação o ganho sobre o produto se dá através do IBOPE. Uma grande audiência, sonho acalentado por todas as emissoras, é conquistada por meio da exibição de filmes, músicas, novelas e ilusões.


Diariamente, mais e mais demagogias são escritas com a pena do sensacionalismo e da ganância, em programas televisivos e em páginas eletrônicas. Além das falsas verdades, a mídia perscruta e expõe as piores dores e sentimentos humanos. Vêem nas mortes, nos seqüestros e na miséria oportunidades de aumentar o IBOPE e ganhar mais cifras. Sobre a humilhação e o sofrimento de muitos, os meios de comunicação assentaram um império, o qual domina e manipula vidas e mentes.


Infelizmente, o abuso da informação, atualmente, é uma realidade. Contudo, o Brasil é um país democrático, dando assim, direito não só a liberdade de expressão, mas também, de escolha. Por isso, cabe a cada pessoa determinar o que porá diante dos seus olhos e ouvidos. É preciso selecionar e filtrar o que realmente é edificante, construindo, desta maneira, telespectadores ativos diante dos fatos.


Quais devem ser as características do próximo presidente?

O exercício da cidadania compreende, entre inúmeras ações, o ato de votar e participar da vida política de um país. Escolher um presidente para nos representar, é uma decisão difícil, a qual envolve a análise profunda das mais variadas propostas e características de todos os candidatos.


Para administrar a federação brasileira, o próximo presidente precisa, antes de tudo, ter projetos viáveis para o sistema de ensino. Pois, o gasto com a segurança equivale cinco vezes o orçamento do Ministério da Educação. É necessário formar cidadãos conscientes do funcionamento do governo, para que desta maneira, haja um melhor voto e, conseqüentemente, uma melhor escolha.


Contudo, a gestão do nosso futuro representante não pode ser focalizada, apenas, na área da educação, da saúde ou da segurança, visto que, todos estes setores estão em alerta de urgência. Os candidatos precisam saber articular e investir concomitantemente, em todas estas áreas. Mas, muito além destas três questões, existem outros problemas sociais que devem ser resolvidos, como: o desemprego, a falta de saneamento e a pobreza.


Enfim, o nosso amanhã depende das atitudes que fazemos hoje, disse Gandhi. No dia 3 de Outubro, ao ficarmos frente a frente com a urna, estaremos assinando ali um Contrato Social, o qual dará direitos e deveres ao nosso novo presidente. Portanto, devemos votar com consciência, fiscalizando e reivindicando pelo cumprimento das promessas, exercendo assim o nosso papel de cidadão.

O retrato da educação brasileira

Para que uma semente germine e cresça é necessário um cuidadoso manejo do embrião. Não podemos esperar bons frutos de uma árvore mal “gerenciada” e fraca. Assim pois, como uma planta, a nossa educação precisa estar arraigada num solo fértil e num ambiente propício. Caso contrário, ela definhará e apresentará maus frutos.


O Ministério da Educação (MEC), anualmente, divulga índices, que mostram o verdadeiro retrato da Educação Brasileira. Metas de competências não atingidas admoestam-nos que o caminho para o PAC do ensino ainda não foi encontrado. O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é uma alternativa lançada pelo Mec em 2007, que estabelece que determinadas escolas devem atingir pontuações mais altas no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Brasileira). Mas, os maus frutos do nosso sistema de ensino, são produtos da má administração do Governo Federal no princípio da gestação do embrião (o Ensino Infantil).


As crianças são o nosso futuro e em última análise dependemos delas. A melhor diretriz a ser seguida é fazer um acompanhamento, não só educacional, mas também psicológico durante todo o Ensino Infantil. Não devemos nos colocar problemas, quando estivermos em via de resolvê-los, parafraseando Karl Marx. De nada adiantará tentarmos aumentar números e estatísticas, com o alvo no Ensino Médio e Fundamental. Pois a educação é longo processo de formação que dura quatorze anos, e o alicerce dessa construção é a Educação Infantil.


Enfim, devemos pensar, questionar, reclamar e determinar por mudanças na estrutura de ensino. Temos, não apenas o direito, mas o dever de agir quando os nossos dirigentes não o fazem, pois os mesmos são os nossos representantes, escolhidos para representar os nossos anseios de conquistas, os quais não devem ser inglórios.

domingo, 20 de junho de 2010

A importância do esporte na vida da criança.

Como dizia o matemático Pitágoras: “Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos”. Isto é o que realmente deveria ser feitos por todos nós: Ensinar o caminho que os nossos filhos devem andar, para que quando cresçam não se desviem dele. Desta maneira, não precisaríamos lidar, todos os dias, com os noticiários de prostituição, violência, preconceitos raciais e exploração social.


As crianças são presentes de Deus. E é de nossa inteira responsabilidade protegê-las de todo e qualquer ato de concupiscência e maus tratados. Elas são o nosso futuro, os cidadãos do amanhã. E por tudo isso, temos a obrigação de traçar o destino delas e, por extensão, o nosso próprio destino. O esporte é uma maneira de entretenimento e de inclusão social. Através dele os nossos pequenos rebentos podem desenvolver uma atividade física e mental, além do que podem preencher o tempo que ficariam ociosos, diminuindo assim, a chance de eles entrarem no submundo das drogas, por exemplo.


Outra questão importante, é a criação de ONG’s que visem a implementação de projetos voltados para comunidades carentes, onde os índices de violência e narcotráfico são maiores. Iniciativas de cidadania, como a ministração de palestra com temas sobre a partipação política, trabalho e sexualidade aliadas às praticas esportivas, também é um boa maneira de retirá-las do universo do mal.


Sob a luz do Estatuto da Criança e do Adolescente, todo jovem tem direito à vida, à saúde, à liberdade, ao respeito, à convivência familiar e ao que é mais importante: à dignidade. Ter o mínimo de condição para viver como um ser humano e, não como um animal. Todo criança tem o direito de ser criança no sentido completo da palavra. Criança que brinca, cai, chora, levanta, se movimenta, pratica esportes. Seja natação, caratê, capoeira ou bale, o mais importante, é que os seus corpos e mentes fiquem ocupados com uma atividade saudável e educacional.

sábado, 19 de junho de 2010

O tempo...

“O tempo passa e o conto da vida se completa, sem disso darmos conta”, estas são palavras do escritor realista Machado de Assis, que expressa a nossa relação com a passagem do tempo. Assim como o vento, as horas passam diante de nós, levando os nossos entes queridos, os nossos bens, os nossos costumes e os nossos amores, os quais serão escritos, com a pena do tempo, nas antologias do passado.


Voltar no tempo é fisicamente impossível, isto só acontece nas epopéias fictícias. Porém podemos reviver o passado nos livros de História, por exemplo, e desta maneira analisar os prós e os contras de determinados movimentos e diante disso fazê-los lições para o nosso futuro. Contudo, temos que ter cautela, pois a historiografia, em certos períodos, foi feita por pessoas que se preocupavam mais com os seus próprios objetivos, do que com o fato real, a chamada historiografia positivista.


Mas, de qualquer forma, o nosso passado afeta, com toda certeza, o nosso amanhã. Mesmo que esse tempo transcorrido tenha sido efetuado por Napoleão Bonaparte, pois toda ação tem uma reação, a qual recai, direta ou indiretamente, sobre nós. Entretanto, não podemos ser saudosistas e ficar olhando somente para trás, antes de tudo, temos que planejar os nossos atos e ações visando o futuro.


Enfim, o tempo é uma grandeza física, que não admite valores negativos, não podemos apagar os nossos passados, mas podemos, constantemente, fazê-los. O tempo constrói, destrói, faz nascer e morrer, e nós somos agentes reflexivos, tanto passivos como ativos. Os minutos passam no relógio e a cada segundo leva em suas asas as nossas efêmeras vidas, mas nada nesse mundo, nem os grãos de areia, podem enterrar os nossos sonhos e conquistas.

Loucura, falta de senso comum !?

As pessoas têm uma mania de chamar de louco, àqueles que fogem do senso comum. Loucuras e loucuras são diagnosticadas pelos ditos sãos, os quais são responsáveis por classificar as pessoas como anormais ou “normais”. Mas, no mundo de hoje, o que significa ser normal !?


Se não gostamos de festa, somos loucos. Se não gostamos de futebol, somos taxados de loucos. Se votarmos em Marina Silva para presidente seríamos considerados, também, uns loucos. Se não comermos carne vermelha, seríamos mais do que loucos, seríamos extraterrestres. Conclui-se que para ser normal basta ser igual a todo mundo. Portanto a loucura é patogenia com sistemas atípicos, tal como a falta de senso comum.


Durante toda a nossa história, tivemos heróis loucos, que foram capazes de revolucionar. Galileu Galilei, Albert Eistein, Nicolau Copérnico ou até mesmo o célebre Sócrates, são alguns exemplos de pessoas que pensaram diferente das demais. Sendo uma exceção à regra, eles nadaram contra a correnteza da maioria, e por isso foram únicos. Usaram da sua sábia loucura para pôr, ou pelo menos tentar pôr, em prática as suas convicções.


Pela ousadia que tiveram foram implacavelmente perseguidos e até mortos. Nós, eu e você, somos seres sociais e às vezes não nos damos conta de que fazemos determinadas ações para nos tornamos “normais”. Porém, temos o livre-arbítrio e podemos duvidar e questionar,parafraseando Aristóleles:”A dúvida é principio da sabedoria”. Imaginemos, criemos e inovemos. Sejamos diferentes, mesmo que para isso tenhamos que carregar o pesado fardo de ser chamado de louco.

sábado, 12 de junho de 2010

Entre a solidariedade e a indiferença.

Segundo a teoria do Big Bang, os corpos têm a tendência natural de se afastarem e o tempo foi um verdadeiro agente auxiliador de tal processo. Essa teoria, ironicamente, pode ser aplicada aos seres humanos, que no principio viviam unidos, sob o sentimento comunal. Mas, hoje vivem separados e indiferentes dos demais.


O Brasil de uma maneira especial é o retrato perfeito desse processo de individualização das pessoas. Pois, apesar de ser uma país extremamente rico é, paradoxalmente, campeão nos índices de injustiça social.


Enquanto algo não nos toca, nem nos atinge, ficamos despreocupados com as desgraças do nosso próximo, do nosso irmão. Temos uma atitude totalmente passiva, diante das crianças que cortam cana, dos meninos e meninas no submundo das drogas, dos idosos escorraçados pela falta de oportunidades e das infâncias perdidas nos motéis, na prostituição. O nosso broquel banhado pela imparcialidade nos “protege” dentro de nós mesmos. As nossas máscaras convencionais mostram os nossos falsos atos, aqueles que não somos, mas aqueles que as condições nos fazem sermos.


Todos nós nascemos bons, disse Rosseau, mas a vida faz o papel de nos embrutecer, nos torna secos de sentimentos. Compaixão, essa é a égide que deveríamos assumir, Colocar-nos no lugar do outro, sentir as dores daqueles que não conhecemos e fazer algo por alguém desvencilhado de interesses, esta é a verdadeira postura solidária, postura de um verdadeiro cidadão.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Sociedade desestruturada: fruto de uma TV alienadora.

Nos tempos remotos, quando não existia o termo globalização, a literatura destacava-se como um organismo influenciador de opinião. Com os seus versos e imagens, moldava pensamentos e fazia refletir sobre as mais adversas condições. Hoje, com o advento da tecnologia, outro elemento vem dominando esse cenário: a televisão.


Presente em todas as casas, esse instrumento é responsável pela intricada rede, que nos conecta ao mundo. São extensões dos nossos olhos e dos nossos pés, que nos faz ver e ir para lugares obscuros ou estonteantes em frações de segundos. Meio de projeção das mazelas do nosso país. Porém, esse subsídio tão grande não é incorruptível, pois, antes de tudo, ele é uma obra humana que apresenta defeitos que remontam da sua criação.


A imprensa, no princípio, era uma representação dos desejos e ambições da classe dominante, feita pelos dominantes. Logo as informações eram selecionadas pelo filtro da censura, alienando a população, mostrava uma mentira disfarçada de verdade. Atualmente, pode se dizer que a televisão é um reflexo do passado, onde as emissoras mais ricas são detentoras da maior público.


Enfim, como dizia Mostesquieu, qualquer pessoa que tenha o poder tende a abusar dele. A televisão é um instrumento de importância imensurável, porém, nos dias de hoje ela já está saturada de discursos tendencialistas e demagógicos. Cabe a cada um de nós escolher o melhor programa, aquele que edificará as nossas mentes e almas, que introduzirá novos conceitos e pensamentos.