terça-feira, 20 de abril de 2010

Educação a distância.

Como disse o escritor Monteiro Lobato, um país é feito de homens e livros. Livros estes, que denotam um sentido mais amplo do que o convencional. Significa não só, um conjunto de folhas, mas um verdadeiro guia para o nosso crescimento educacional.


Os tempos contemporâneos nos trouxeram diversas inovações para os mais variados setores, e com a educação não foi diferente. Nos dias de hoje, aprender se tornou mais democrático. Uma vez que, as novas tecnologias possibilitam que o educador e o aprendiz mantenham distâncias enormes via satélite, mas que se comuniquem em tempo real.


Além disso, a internet, a televisão e o rádio subsidiam os professores do ensino Fundamental e Médio, no momento de repassar o conteúdo. Não podemos ser radicais, e excluirmos tais extensões do ensino. Pois, esses auxiliadores estão se difundindo de uma maneira muito rápida. Mesmo que ainda se fale em exclusão digital, o computador, principalmente, vem ganhando terreno e casas no cenário atual. Com projetos, como o Computador para Todos, assinado pelo presidente Lula.


Dessa forma, as distâncias entre o aluno e o professor não precisam ser ínfimas. A aprendizagem depende de cada um. Saber utilizar de forma correta, o que nos é ofertado em termos de conhecimento, é o diferencial dos alunos bons.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A pena de Morte

Vida um conjunto de processos e interações físicas e biológicas. Para atingir, na escala evolutiva o que somos hoje, foram necessários milhões de anos, diversas cladogêneses e inúmeras adaptações naturais. Entretanto, por diversas vezes, o ser humano esquece o valor da vida e condena à morte outro ser humano, que errou.


Nos Estados Unidos, por exemplo, o código penal prevê a pena de morte para crimes premeditados. Algo que contradiz os direitos humanos, uma vez que todos têm direito à vida, independente de raça, sexo e credo. Os defensores desta prática alegam que ela é uma maneira de exterminar, definitivamente, as ameaças da sociedade.


Cortar, ou melhor, matar o mal pela raiz, é um método muito mais fácil.Mas existem outras maneiras mais justas e racionais do que essa reformulada Lei do Talião, tais como a prisão perpétua.


Apesar de caro é uma solução menos rebarbativa e que deveria ser aplicado pelo estado à curto prazo e em concomitância com outros projetos que visassem a diminuição da violência.


Portanto, investir na educação e em campanhas de conscientização moral se faz necessário para amenizar os efeitos do determinismo geográfico de Ratzel e dos subseqüentes ataques psicológicos sofridos pelos seres humanos.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O que você faria para viver feliz ?

Existem direitos, concedidos a nós, que são inalienáveis. Como àqueles de Thomas Jefferson, na Declaração de Independência dos Estados Unidos, na qual todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e a busca à felicidade.


Tal postulado nós tornou livre para viver, da maneira que quisermos, em busca de uma alegria sem fim. Porem, o homem, segundo a psicologia, naturalmente possui um vazio existencial, ele sente falta de algo, uma alegria talvez, ou até mesmo de uma pessoa. E por conta disso passa a vida tentando encontrar a peça perfeita que se encaixe em tal lacuna.


A busca de uma verdadeira felicidade é uma missão difícil, mas encontrá-la não é impossível. Como dito anteriormente somos livre, podemos escolher o que fazer e como se comportar em cada situação. Há pessoas, por exemplo, que dizem ser felizes quando estão em uma festa, ou quando estão com um amigo, mas a verdadeira felicidade não tem fim, é uma constante, por tanto tal pessoa achou um regozijo passageiro, aparente.


Enfim, para estar bem consigo é preciso estar em harmonia e sintonia com aqueles que nos cercam, temos que ter consciência limpa de que estamos fazendo aquilo e que é política e eticamente correto. Andar em retidão , desvencilhando-se das amarras da angústia do Barroco, fazer o bem, não mentir, não pré-julgar, viver sem dissentimentos e em paz de espírito.

quinta-feira, 11 de março de 2010

A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo?

Todos os dias somos telespectadores de jornais que transmitem os mesmos filmes de morte e violência. A maioria das histórias de agressão possuem roteiros parecidos, recheados de números estatísticos, os quais exibem as vítimas dessa verdadeira guerra civil em que vivemos e que parece não ter fim.


A globalização criou uma maior interdependência entre os países, encurtou as distâncias. Mas foi um grande agente no fortalecimento do egoísmo. Hoje, as pessoas vivem para si próprias, se incomodam apenas com aquilo que mexe com o bolso ou a saúde delas, e foi exatamente por essa falta de interesse com o ser humano, que o mundo se tornou essa pândega.


A violência é um problema social gravíssimo. O governo gasta muito tentando diminui – la, cerca de R$ 102 bilhões por ano, um número astronômico que equivale cinco vezes a despesa do Ministério da Educação, porém, podemos ver que o problema só tem aumentado.


Por tudo isso, vemos que o modo de acabar com toda essa insegurança não é combatendo-a de frente, mas reparando-a desde o começo. Temos que investir na educação brasileira. Garantir às crianças outras oportunidades e caminhos de vida

O desafio de conviver com as diferenças

O cursor evolutivo das espécies deu origem a uma diversidade biológica muito grande. A variabilidade genética, através do cruzamento entre os seres, propiciou as mais diferentes combinações de alelos, misturas e trocas de DNA. E hoje, somos essa miscigenação de cores línguas, credos e religiões.


Saber conviver com as diferenças, com toda certeza, não é fácil. Normalmente, não aceitamos aquilo que vai contra os nossos consentimentos. Criamos uma barreira de conceitos pré-formados diante daquilo que nos parece estranho, que para nós não é comum.


Porém, não podemos ferir o direito de liberdade de opinião das pessoas, afinal de contas vivemos sob a luz da mesma lei e justiça, que pelo menos em tese é igual para todos.Temos que respeitar a opinião sexual, as religiões, as tonalidades de pele, saber lidar dia-a-dia com essas diferenças é um exercício de engrandecimento de nossos conceitos e visões sobre o mundo.


Como cidadãos brasileiros, irmanados pelo sangue de nossa nação, não somos obrigados a concordar com práticas homossexuais, por exemplo, mas não devemos discriminá-las. Pelo contrário devemos aceitá-las, pois ninguém é igual a ninguém. Somos todos diferentes, por mais parecidos que sejamos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais de que o Brasil necessita ?

Ninguém tem o direito de dominar ou impor, por meio da força, leis e regras e por isso foi instituído a Democracia. Esse sistema foi construído por todos nós, sobre o arcabouço de regimes totalitários e monarquias absolutistas. Mas como toda obra humana, esse modelo político tem suas falhas, as quais temos que mudar.


Periodicamente, acontecem as eleições, momento em que deveríamos cumprir a nossa função de cidadão, ativo diante das nossas escolhas. Porém, algumas pessoas esquecem o verdadeiro sentido da palavra votar e o quanto foi difícil conquistar esse direito, e vêm no voto uma maneira de ganhar dinheiro ou simplesmente o desprezam.


A nossa política atual é um reflexo do que optamos. Hoje, culpamos os políticos da miséria da população, dos problemas ambientais e de tantos outros fatos, mas fomos nós quem os escolheu. Ao votar fazemos um contrato com o presidente ou prefeito, repassamos o nosso poder a ele, pois foi exatamente nele que tivemos a confiança de as promessas finalmente se cumpririam.


Enfim, para mudar o Brasil, basta analisarmos as propostas de todos os candidatos, não nos deixar ser influenciados pela mídia e votarmos pelo nome e principalmente, após as eleições devemos impor aos vencedores suas obrigações.